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Penal Quinta-feira, 05 de Dezembro de 2019, 11:53 - A | A

05 de Dezembro de 2019, 11h:53 - A | A

Penal / OPERAÇÃO CERRADO

Polícia faz buscas contra quadrilha que praticava golpes pela internet

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, duas pessoas investigadas acabaram presas, em Cuiabá

Da Redação



A Policia Civil cumpriu três mandados de prisão e dois mandados de busca e apreensão em Cuiabá na “Operação Cerrado”, deflagrada pela Delegacia de Polícia de Pirapozinho (SP).

As ordens judiciais deferidas pela 1ª Vara de Pirapozinho foram cumpridas contra pessoas que faziam parte de uma organização criminosa voltada à prática de golpes efetuados pela internet, principalmente, por meio de sites de compra e venda de produtos e veículos.

Na investigação foram coletados indícios de autoria e materialidade dos crimes praticados e apurado que os investigados se associaram para praticarem variados crimes de estelionato por meio de fraude na aquisição dos produtos.

Diligências realizadas pelas equipes da Polinter de Mato Grosso e da polícia paulista levaram os profissionais aos bairros Florianópolis e Jardim Vitória, onde na tarde de terça-feira (3) foram presos dois dos investigados.

De acordo com o delegado de São Paulo, Rafael Guerreiro Galvão, que coordenou a ação em Cuiabá, os autores dos crimes fazem parte de uma organização criminosa e somente na região de Regente Feijó, Andradina, Presidente Prudente e Pirapozinho, 18 vítimas identificadas caíram nos golpes aplicados pelo grupo.

As investigações contaram ainda com medidas cautelares como interceptação telefônica, afastamento de sigilo bancário e fiscal e de transmissão de dados telefônicos que foram, ao longo dos trabalhos de apuração, gradualmente deferidas pelo juízo competente.

Os integrantes do grupo chegaram a movimentar mais de R$ 200 mil nos golpes somente nas últimas semanas.

Um dos últimos investigados preso em Cuiabá pelas equipes de Mato Grosso e São Paulo é P. A. G. B., 27 anos, funcionário de uma rede de supermercados. O investigado trabalhava como estoquista e foi preso no interior do estabelecimento e conduzido à sede da Polinter. (Com informações da Assessoria da PJC)