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Cível Quarta-feira, 07 de Agosto de 2019, 16:20 - A | A

07 de Agosto de 2019, 16h:20 - A | A

Cível / IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Delegadas e ex-chefe da Casa Civil são alvos de inquérito do MP por grampos

O procedimento investigatório foi aberto pelo promotor de Justiça, Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho, da 19ª Promotoria de Tutela Coletiva e Segurança Pública, a partir da denúncia instaurada contra Paulo Taques, que apura os grampos ilegais

Lucielly Melo



O Ministério Público do Estado (MPE) abriu um inquérito civil para apurar possíveis atos de improbidade administrativa, com eventual dano ao erário, contra as delegadas Alessandra Saturnino e Alana Darlene Cardoso, além do ex-chefe da Casa Civil, Paulo Taques.

O procedimento investigatório foi aberto pelo promotor de Justiça, Reinaldo Rodrigues de Oliveira Filho, da 19ª Promotoria de Tutela Coletiva e Segurança Pública, a partir da denúncia que apura os grampos ilegais.

Os atos de improbidade administrativa supostamente ocorreram quando Taques, no cargo de secretário da Casa Civil, teria criado uma “estória-cobertura” sobre um possível atentado contra si e seu primo, então governador Pedro Taques, para enganar as delegadas a inserirem os números telefônicos da sua ex-amante Tatiane Sangali e da sua secretária Caroline Mariano numa “barriga de aluguel”.

A intenção de Taques era monitorar ilegalmente as conversas entre Sangali e Mariano.

Segundo o promotor de Justiça, os fatos relatados na denúncia "caracterizam, em tese, a prática de atos de improbidade administrativa que atentaram contra os princípios da administração pública e dano ao erário público".

Ao instaurar a investigação, Reinaldo mandou os acusados se manifestarem nos autos, pelo prazo de 10 dias.

LEIA ABAIXO O INQUÉRITO:

Anexos