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Administrativo Quarta-feira, 17 de Junho de 2020, 15:17 - A | A

17 de Junho de 2020, 15h:17 - A | A

Administrativo / MAIS UMA VEZ

Seis unidades judiciais se destacam entre as melhores de MT

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Luiz Ferreira da Silva, disse que cada membro da equipe das unidades judiciais ranqueadas conseguiu superar os desafios surgidos com a pandemia do coronavírus

Da Redação



Pelo segundo mês consecutivo, a Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso se reuniu, por videoconferência, com magistrados e gestores das unidades judiciais Top 10, ou seja, as dez unidades judiciais que, em maio, obtiveram melhor desempenho nos cinco indicadores do CNJ responsáveis por medir a eficiência e a celeridade na prestação jurisdicional.

Dessas dez, seis haviam sido destaque na reunião do mês passado, quando a Corregedoria divulgou, pela primeira vez, o ranking das unidades, referente ao mês de abril.

Constam pela segunda vez da lista das dez mais as seguintes unidades: 4ª Vara Criminal de Sinop, do juiz Mario Augusto Machado; 2ª Vara de Família e Sucessões de Rondonópolis, da juíza Cláudia Beatriz Schmidt; 2ª Vara Criminal de Cáceres, da juíza Graciene Pauline Mazeto Correa da Costa; 4º Juizado Especial Cível de Cuiabá, dos juízes João Alberto Menna Barreto Duarte e Tiago Abreu; e, de Várzea Grande, o Juizado Especial do Jardim Glória, da juíza Viviane Brito Rebello Isernhagen; além da Vara Especializada em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, do juiz Eduardo Calmon.

Pela primeira vez no ranking Top 10 estão, da Comarca de Cuiabá, a 1ª Vara Criminal, da juíza Mônica Perri Siqueira, a 11ª Vara Criminal, do juiz Marcos Faleiros, e a 2ª Vara Especializada em Direito Bancário, da juíza Rita Soraya Tolentino de Barros. De Rondonópolis, a 5ª Vara Criminal, do juiz João Filho de Almeida Portela.

O corregedor-geral da Justiça, desembargador Luiz Ferreira da Silva, disse que cada membro da equipe das unidades judiciais ranqueadas conseguiu superar os desafios surgidos com a pandemia do coronavírus e, apesar das dificuldades, pode dar continuidade ao trabalho da Justiça, de garantir os direitos fundamentais do cidadão.

Ressaltou ainda que as boas práticas das unidades que apareceram pela segunda vez no ranking devem ser compartilhadas com outras que não estão bem posicionadas.

Juiz auxiliar da Corregedoria, Emerson Cajango, destacou a importância da ferramenta Omni, que permite aos magistrados e gestores acompanharem a situação da unidade; mostra o que pode evoluir e quais ações devem ser adotadas para melhorar o desempenho perante os indicadores do CNJ analisados, que são: taxa de congestionamento, número de sentenças com resolução de mérito, tempo de tramitação e metas 1 e 2 do CNJ – julgar mais processos que os distribuídos e julgar processos mais antigos.

Correição

A auditora Renata Bueno explicou que a correição remota vem trazendo resultados positivos, pois as unidades avaliadas já apresentaram melhora no desempenho em relação aos indicadores do CNJ.

Disse ainda que a correição faz parte de um projeto mais amplo, de um novo modelo de gestão da Corregedoria-Geral da Justiça, com foco em resultados e que entende a necessidade de obtenção e uso de dados objetivos como forma de melhorar a gestão e, consequentemente, tornar a prestação jurisdicional mais eficiente. (Com informações da Assessoria do TJMT)