O Poder Judiciário de Mato Grosso inaugurou, na segunda-feira (31), a 2ª Vara de Sapezal (a 480 km de Cuiabá), no Fórum da Comarca.
A nova unidade foi criada para atender à crescente demanda da população, que soma quase 29 mil habitantes. Atualmente, mais de 7 mil processos tramitam na comarca.
A expectativa é que a divisão do acervo entre as duas Varas dê mais celeridade à tramitação dos processos e otimize o trabalho de magistrados, servidores, advogados, defensores públicos e representantes do Ministério Público.
O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira lembrou que a ampliação atende à demanda que chegou por meio de autoridades locais.
“Eles demonstraram a necessidade de avanço do nosso Judiciário em razão do crescimento do agronegócio, da criação de novas empresas e aumento do fluxo processual. E o Tribunal não podia ficar inerte. O Tribunal fez a sua parte, instalando entre hoje e amanhã três varas para melhorar a atividade jurisdicional”, disse, se referindo também à 2ª Vara de Guarantã do Norte, instalada na segunda-feira (31), e à 2ª Vara de Tapurah, que será inaugurada nesta terça-feira (1º).
O corregedor-geral da Justiça, desembargador José Luiz Leite Lindote afirmou que a instalação de três novas unidades judiciais cumpre o objetivo da gestão de priorizar o primeiro grau de jurisdição.
“Estamos trazendo mais juízes para atender melhor aos nossos jurisdicionados. Essa medida é apenas uma das que estão sendo tomadas”.
O corregedor informou ainda que no ato da instalação da 2ª Vara, também é assinado o edital de remoção para que os magistrados interessados se inscrevam para concorrer à nova vaga aberta.
O coordenador da Promotoria de Justiça de Sapezal, promotor de Justiça Álvaro Schiefler Fontes destacou que o pleito pela instalação de mais uma vara já durava mais de 10 anos.
“Agora a expectativa é a melhor possível pela maior rapidez na tramitação processual, para o melhor atendimento à população e também para uma maior efetividade das decisões judiciais, até porque a própria celeridade está diretamente ligada à cidadania, ao atendimento do cidadão, que é a própria razão de ser do Estado”, declarou. (Com informações da Assessoria do TJMT)




