Até a próxima sexta-feira (7), o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) de Cuiabá deve promover 350 audiências de conciliação e mediação, nos turnos da manhã e da tarde, abrangendo tanto casos pré-processuais (antes de chegar à Justiça), quanto processuais, envolvendo as Varas Cíveis e as Varas Especializadas de Família e Sucessões.
A ação concentrada é da XX Semana Nacional da Conciliação, que acontece em todo o país.
Segundo a gestora do Cejusc da Capital, Ana Maria Rosa Locatelli, o objetivo é fortalecer o compromisso do Judiciário com a cultura da paz e o acesso à Justiça.
“As audiências pré-processuais, especialmente nas demandas de família, alcançam cerca de 80% de acordos, o que demonstra a efetividade do diálogo e da mediação como instrumentos de pacificação social”, destacou.
Durante a Semana, serão realizadas audiências tanto presenciais quanto on-line, garantindo mais comodidade e acessibilidade aos participantes.
“Nosso atendimento é humanizado e adaptado às necessidades das partes. A conciliação é um meio célere, acessível e eficaz de resolver conflitos, pois permite que as pessoas construam juntas soluções equilibradas e restaurem relações”, reforçou a gestora.
Os interessados em participar das audiências de conciliação durante a Semana Nacional podem solicitar o atendimento pelos seguintes canais:
- Telefone: (65) 3648-6575 / (65) 3648-6065
- WhatsApp: (65) 99218-4044
- Balcão Virtual ( https://portalnupemec.tjmt.jus.br/ )
- Ou presencialmente, no Cejusc da Capital.
O Cejusc da Capital é referência na pacificação de conflitos familiares e cíveis em Cuiabá. A unidade conta com mais de 50 mediadores credenciados e oito conciliadores, além de desenvolver ações de cidadania, como o Projeto Pai Presente, que realiza exames gratuitos de DNA para reconhecimento de paternidade, e a Oficina de Parentalidade, voltada a pais em processo de separação. Nesta edição da Semana Nacional da Conciliação, no entanto, essas duas iniciativas não integram a programação. A prioridade será o atendimento direto às audiências, com foco em fortalecer o diálogo e promover soluções definitivas para os cidadãos.
“Mais do que resolver processos, a conciliação transforma vidas. É um instrumento que aproxima as pessoas, restaura relações e reforça o papel do Judiciário como agente de pacificação social”, concluiu Ana Maria Locatelli. (Com informações da Assessoria do TJMT)



