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Cuiabá, 06 de Outubro de 2026

Advocacia Segunda-feira, 29 de Setembro de 2025, 15:35 - A | A

Segunda-feira, 29 de Setembro de 2025, 15h:35 - A | A

MORTE DE ADVOGADA

OAB-MT acredita que pena de ex-PM é justa e combate feminicídio

A entidade se manifestou por meio de nota pública após o réu ser condenado a 37 anos de prisão

Da Redação

Alair Ribeiro/TJMT/Montagem

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A Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso (OAB-MT) se manifestou, por meio de nota pública, sobre a condenação do ex-policial militar Almir Monteiro dos Reis, que foi condenado a 37 anos de prisão pelo feminicídio contra a advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni.

A entidade afirmou que acompanhou o caso desde a ocorrência do crime, em agosto de 2023, e que “expressa, mais uma vez, a sua solidariedade a familiares e amigos”.

Para a OAB-MT, a pena foi justa e combate à violência contra a mulher.

“O trâmite processual célere, finalizando com uma pena justa, contribui para o combate à violência contra mulher e reforça a toda a sociedade que o crime de feminicídio não será tolerado”, diz trecho da nota.

Veja abaixo a nota:

A Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional Mato Grosso (OAB-MT), junto com a Comissão da Mulher Advogada (CMA), acompanha, desde os primeiros momentos, o caso do feminicídio da advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, registrado na Capital em 2023, e agora, neste momento em que é dada a condenação exemplar do réu, expressa, mais uma vez, a sua solidariedade a familiares e amigos.

O trâmite processual célere, finalizando com uma pena justa, contribui para o combate à violência contra mulher e reforça a toda a sociedade que o crime de feminicídio não será tolerado.

Perdemos a advogada Cristiane e isso não tem volta.

Que isso não se repita com nenhuma outra mulher.

A condenação

Almir Monteiro dos Reis foi condenado pelos crimes de feminicídio, estupro de vulnerável e fraude processual contra a advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni.

O crime ocorreu na madrugada de 13 de agosto de 2023, no interior da residência do réu, em Cuiabá.

Ele deverá cumprir pena em regime fechado e permanecerá preso.

Quanto à acusação de ocultar o corpo da vítima, o réu foi absolvido.

A sentença foi proferida pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da 1ª Vara Criminal de Cuiabá, em sessão do Tribunal do Júri realizada na semana passada.